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O mercado de securitização e de FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) está prestes a entrar em uma nova etapa marcada por avanços, maior rigor regulatório e reforço das práticas de governança. Com 2026 no horizonte, o setor deve vivenciar mudanças significativas que vão exigir adaptação operacional, tecnológica e estratégica.
Para administradores, gestores, estruturadores e securitizadoras, compreender o que vem pela frente é essencial para garantir eficiência e conformidade. Nesse contexto, a Captar atua acompanhando todas as discussões regulatórias e auxiliando instituições a se prepararem com mais segurança e agilidade.
O Panorama Regulatório Atual
O ambiente regulatório já vem sendo modernizado ao longo dos últimos anos, especialmente com normas como a Resolução CVM 175, que trouxe maior clareza e padronização para fundos estruturados. Também há um movimento contínuo voltado à digitalização de dados, aprimoramento dos critérios de risco e fortalecimento da transparência.
Esses elementos indicam que o ciclo regulatório a partir de 2026 deve aprofundar exigências relacionadas à divulgação, governança e acompanhamento das operações.
O Que Pode Mudar a Partir de 2026
O setor projeta alterações relevantes em três frentes principais. Elas devem afetar diretamente a governança, os processos de estruturação e as rotinas de compliance. As mudanças esperadas incluem:
Em governança:
- fortalecimento de políticas formais de gestão de riscos
- maior clareza em procedimentos internos
- critérios reforçados para diligência de lastros
- mitigação de conflitos de interesse
Na estruturação das operações:
- padronização de documentos
- regras mais precisas para elegibilidade de lastros
- acompanhamento mais detalhado por parte dos administradores
- modelos de avaliação mais consistentes
Em compliance e transparência:
- ampliação das obrigações de divulgação periódica
- integração de dados com plataformas regulatórias
- reforço de auditorias externas
- criação de trilhas de evidências mais completas
Esses pontos devem elevar o nível mínimo de profissionalização exigida das instituições.
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Impactos Práticos para o Mercado
Com normas mais robustas, espera-se um aumento na necessidade de organização interna e aprimoramento dos controles. Isso pode levar ao crescimento dos custos com tecnologia, auditorias e processos de verificação. Os prazos de estruturação também podem se tornar mais longos devido à demanda por análises mais completas e documentações mais detalhadas.
Além disso, as áreas de risco e compliance precisarão adotar práticas mais integradas, com monitoramento contínuo e registros mais profundos das decisões tomadas ao longo das operações. Instituições que fizerem essa adaptação antecipadamente tendem a operar com mais eficiência e menor exposição a riscos regulatórios.
Como a Captar Ajuda na Adaptação a Esse Novo Cenário
A Captar apoia securitizadoras e FIDCs na construção de estruturas mais sólidas e compatíveis com as mudanças regulatórias que estão por vir. A plataforma oferece ferramentas que auxiliam na padronização de documentos, automação de rotinas, organização de informações e fortalecimento da governança.
Com acompanhamento constante das discussões regulatórias, a Captar traduz as exigências do mercado em soluções práticas que ajudam clientes a reduzir riscos, aprimorar controles e operar com mais confiança. Essa atuação se torna essencial em um ambiente de transformação acelerada.
Preparação Como Diferencial Competitivo
As mudanças previstas para 2026 não representam apenas desafios. Elas criam uma oportunidade para que instituições se modernizem, aumentem sua credibilidade e passem a operar com padrões mais elevados de segurança e eficiência. Quem se prepara antes sai na frente e conquista mais confiança dos investidores.
Com o suporte da Captar, essa preparação se torna mais simples, organizada e alinhada às expectativas dos reguladores.
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